sexta-feira, 18 de setembro de 2009

BIOGRAFIA

JOSÉ MARTINIANO DE ALENCAR

Advogado, poeta e político brasileiro, nascido em Mecejana, Ceará. foi deputado e membro da Academia Brasileira de Letras. Foi consagrado como romancista com “O Guarani”, que inspirou Carlos Gomes a compor ópera sob o mesmo título. Autor também de “Lucíola”, “Iracema”, “Diva”, “Senhora”. Faleceu vítima de tuberculose, no Rio de Janeiro, em 1877.

Escritor cearense. Um dos principais nomes do romantismo brasileiro na prosa, é considerado o fundador do romance de temática nacional.
José Martiniano de Alencar (1º/5/1829 - 12/12/1877) nasce em Mecejana. Cursa direito em São Paulo e em Olinda (PE), entre 1845 e 1850. Ainda estudante publica os primeiros trabalhos na revista Ensaios Literários (1847-1848). Nesse período escreve uma novela histórica, Os Contrabandistas, queimada em uma brincadeira de um companheiro de quarto. Trabalha como advogado e jornalista. Em 1854 escreve crônicas no Correio Mercantil e em 1856 é redator no Diário do Rio de Janeiro. Nesse jornal lança em capítulos os primeiros romancetes – Cinco Minutos (1856) e A Viuvinha (1857). Torna-se famoso com O Guarani, publicado em folhetim também de
1857, obra que expõe as raízes formadoras da nacionalidade e a miscigenação do português com o indígena. Nesse mesmo ano estréia como dramaturgo ao escrever a peça O Rio de Janeiro – Verso e Reverso, encenada no Teatro Ginásio. Ingressa na política em 1861, sendo eleito deputado-geral pelo Ceará por quatro legislaturas. Em Como e Porque Sou Romancista (1874), Alencar diz: "O único homem novo e quase estranho que nasceu em mim e com virilidade foi o político". Casa-se com Georgina Cochrane em 1864, com quem tem um filho. Ocupa a pasta da Justiça no gabinete do visconde de Itaboraí, de 1868 a 1870. Escreve cerca de oito peças de teatro e 20 romances. Entre os históricos estão O Guarani, Iracema (1865), considerado uma alegoria da colonização do Brasil e de toda a América pelos europeus, e A Guerra dos Mascates (1873). Sua obra regionalista inclui O Gaúcho (1870) e O Sertanejo (1875). O
principal marco dos romances de temática urbana é Senhora (1875). Além do romance urbano, seus livros se dividem também entre os históricos e indianistas e os regionalistas. Em 1877 viaja para a Europa, a fim de se tratar de tuberculose. Morre vítima da doença no mesmo ano, no Rio de Janeiro.



JOAQUIM MARIA MACHADO DE ASSIS


Nasceu em 1839, no Rio de Janeiro e faleceu em 1908. Era filho de um mulato e de uma açoriana. Sem condições para estudar foi autodidata, tornando-se um dos maiores escritores brasileiros. Foi poeta, romancista, crítico e cronista. Começou como aprendiz de tipógrafo, depois chegou a revisor e redator. Trabalhou no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Seu poder de análise psicológica penetra impiedosamente a alma humana e a revela em estilo conciso, sóbrio e recheado de humor e ironia. Seu primeiro livro foi em 1861. Principais obras: “Memórias Póstumas de Brás Cubas”; “Quincas Borba”; “Dom Casmurro”; “A Carolina”. Em 1897, junto com outros intelectuais fundou a Academia Brasileira de Letras, sendo eleito o seu primeiro presidente.

Escritor fluminense. É considerado o maior nome da literatura brasileira do século XIX.

Nenhum comentário:

Postar um comentário